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Quem vai comprar na Black Friday on-line: estudo prevê alta de 20,7 por cento no e-commerce

Resposta rápidaSegundo estimativa do IEMI Inteligência de Mercado noticiada em 4 de novembro de 2026, o varejo deve faturar R$ 296,8 bilhões em novembro, 2,5 por cento menos que os R$ 304,4 bilhões de 2025. Já as vendas on-line na Black Friday, em 27 de novembro, devem chegar a R$ 13,3 bilhões, alta de 20,7 por cento. Outra projeção, da Stefanini Marketing, prevê R$ 14,5 bilhões e tíquete médio de R$ 791.
Neste artigoO que diz o estudo do IEMIVarejo em queda, internet em altaOutra projeção: R$ 14,5 bilhõesO que fazer com essa informaçãoPerguntas frequentesFontes

O que diz o estudo do IEMI

Reportagens publicadas nesta quarta-feira, 4 de novembro de 2026, trazem uma estimativa da consultoria IEMI Inteligência de Mercado para o mês da Black Friday, que cai na sexta-feira, 27.

Os números principais:

  • Varejo em novembro: R$ 296,8 bilhões, queda de 2,5 por cento em relação a novembro de 2025, quando o setor somou R$ 304,4 bilhões.
  • E-commerce na Black Friday: R$ 13,3 bilhões, alta de 20,7 por cento.
  • Ano de 2026 inteiro: R$ 3,43 trilhões no varejo, alta de 0,9 por cento.

A conta reúne supermercados, vestuário, calçados, móveis, eletrodomésticos e outros segmentos. As reportagens não trazem valores separados por setor nem explicam como a estimativa foi feita.

Varejo em queda, internet em alta

São dois recortes diferentes: o varejo inteiro no mês e as vendas on-line só na data. Mesmo assim, o retrato é de um mês mais fraco no total, com a internet crescendo forte na Black Friday. Para o consumidor, isso significa mais ofertas on-line disputando atenção e mais pressa na hora de decidir.

É também o ambiente em que golpistas mais atuam: sites que imitam grandes lojas, perfis falsos em redes sociais e anúncios patrocinados que levam a páginas clonadas.

Outra projeção: R$ 14,5 bilhões

Um levantamento de empresas da Stefanini Marketing (W3haus, Gauge e Ecglobal), publicado em 4 de novembro pelo Paraíba Total a partir de material de assessoria, chega a outro número: R$ 14,5 bilhões em vendas na Black Friday, sem detalhar se a conta inclui só a internet, alta de 8,4 por cento, com até 18,3 milhões de pedidos e tíquete médio de R$ 791.

Na mesma pesquisa:

  • 86 por cento dos entrevistados disseram que pretendem comprar;
  • o desconto no Pix foi citado por 36 por cento como incentivo, contra 34 por cento para o parcelamento sem juros;
  • 56 por cento pretendem começar a procurar produtos com mais de 30 dias de antecedência.

O texto divulgado não informa o tamanho da amostra nem o período das entrevistas. Por isso, trate os percentuais como indicação, não como retrato exato.

O que fazer com essa informação

Projeção de faturamento não diz se o preço da sua TV vai cair. O que ajuda de verdade é ter o seu próprio registro:

  • anote hoje o preço do produto que você quer, com data e loja;
  • compare o valor final no dia 27, já com frete e juros;
  • confira se o desconto no Pix é maior do que a diferença para o parcelado;
  • antes de pagar, confirme se a loja é quem diz ser.

Para o passo a passo, veja como saber se o desconto é real e como identificar loja falsa antes de pagar.

Números conferidos nas fontes em 4 de novembro de 2026.

Perguntas frequentes

Quando é a Black Friday de 2026?

Na sexta-feira, 27 de novembro de 2026.

Quanto o varejo deve vender em novembro, segundo o IEMI?

R$ 296,8 bilhões, queda de 2,5 por cento sobre os R$ 304,4 bilhões de novembro de 2025. A conta inclui supermercados, vestuário, calçados, móveis e eletrodomésticos, entre outros setores.

E as vendas pela internet?

O IEMI estima R$ 13,3 bilhões no e-commerce durante a Black Friday, 20,7 por cento a mais que no ano passado.

Por que as projeções são tão diferentes?

Cada estudo mede uma coisa. O IEMI fala do varejo inteiro no mês e do e-commerce na data; a Stefanini projeta R$ 14,5 bilhões em vendas da Black Friday. As matérias não detalham a metodologia de nenhum dos dois.

O que isso muda para quem vai comprar?

Com mais vendas on-line, crescem também as lojas falsas e os anúncios com desconto inflado. Vale conferir a loja e o histórico de preço antes de pagar.

Fontes

Redação Guia de Compra Claro. Atualizado em 4 de novembro de 2026. Informações conferidas nas fontes oficiais listadas no texto; se algo mudar, a página é atualizada.

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