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Quem compra por rede social: lista de sites a evitar do Procon-SP também abrange perfis e apps

Resposta rápidaPortaria publicada em 30/09/2026 descreve a lista do Procon-SP, chamada Evite esses Sites e Perfis Digitais, como abrangendo sites, plataformas, marketplaces, aplicativos e perfis em redes sociais. O jornal O Tempo informou, em texto de 28/10, que eram 83 sites listados, 9 deles ainda no ar. A lista serve de alerta. Ficar fora dela não prova que a loja é segura.
Neste artigoPor que olhar a lista agoraO que a portaria dizQuantos nomes há na lista?Como usar a consulta antes de pagarO que o Procon-SP orientaPerguntas frequentesFontes

Por que olhar a lista agora

A Black Friday é em 27 de novembro de 2026, e muita oferta circula em redes sociais antes da data. A lista do Procon-SP é uma das consultas gratuitas mais simples para fazer antes de pagar.

A portaria não é desta semana. Ela é de 25 de setembro e saiu no Diário Oficial de São Paulo em 30 de setembro. Mas ganha utilidade agora, com as compras de novembro.

O que a portaria diz

A Portaria Normativa nº 3/2026 altera as regras de atendimento do Procon-SP. O texto descreve a lista "Evite esses Sites e Perfis Digitais" como um serviço de informação ao consumidor. A página de consulta ainda aparece com o nome "Evite esses Sites".

Ela pode alcançar fornecedores, pessoas físicas ou jurídicas, e seus ambientes digitais:

  • sites;
  • plataformas digitais;
  • marketplaces;
  • aplicativos;
  • perfis em redes sociais.

O fornecedor pode entrar na lista por quatro motivos:

  • descumprir a legislação de proteção ao consumidor;
  • não responder às notificações do órgão;
  • não ser localizado;
  • apresentar indícios objetivos de fraude ou de outras irregularidades graves.

A decisão de inclusão é publicada no Diário Oficial do Estado. A portaria prevê, em caráter excepcional, inclusão cautelar antes do fim do procedimento, com decisão fundamentada. O fornecedor pode pedir a exclusão se comprovar que as causas acabaram.

Quantos nomes há na lista?

Segundo O Tempo, em texto de 28 de outubro, eram 83 sites, dos quais 9 seguiam no ar. Antes de listar, conforme o jornal, o Procon-SP procura o CNPJ da empresa e tenta contato por e-mail, telefone e outros canais.

A Redação não conseguiu conferir a contagem na tabela oficial, porque a leitura automática da página não trouxe a tabela. A lista pode mudar, então vale consultar na hora da compra.

O número se refere a sites. Não encontramos, nas fontes lidas, indicação de quantos perfis de redes sociais estão listados, nem se já há algum.

Como usar a consulta antes de pagar

1. Copie o endereço da loja. 2. Procure esse endereço na lista do Procon-SP, ordenada pelo endereço dos sites. 3. Se a loja estiver lá, não compre. 4. Se não estiver, siga para as outras checagens.

O que o Procon-SP orienta

Segundo O Tempo, as orientações do órgão incluem:

  • verificar reclamações e avaliações de outros clientes;
  • desconfiar de preços muito abaixo da média;
  • preferir fornecedores que mostrem canais de atendimento, CNPJ e endereço físico;
  • não clicar em links recebidos por e-mail, WhatsApp ou SMS sem confirmar no canal oficial;
  • conferir, antes de pagar, os dados do boleto e se o titular da conta é o fornecedor.

Uma loja fora da lista pode ainda não ter sido alvo de reclamação. Por isso, o site tem um passo a passo sobre como identificar loja falsa antes de pagar e explica como reclamar no consumidor.gov.br e no Procon.

Informações conferidas em 7 de novembro de 2026.

Perguntas frequentes

Como consulto a lista?

No site do Procon-SP, na página de consulta, que aparece como Evite esses Sites. Procure nela o endereço da loja que você pretende usar.

Se a loja não está na lista, posso comprar sem medo?

Não. A lista é informativa e preventiva. Uma loja criada há pouco pode nem ter passado pelo processo. Faça também as outras checagens antes de pagar.

Por que uma empresa entra na lista?

Pela portaria, por descumprir a legislação de proteção ao consumidor, por não responder às notificações, por não ser localizada ou por indícios objetivos de fraude ou de outras irregularidades graves.

A empresa pode sair da lista?

Sim. Ela pode pedir a exclusão, e a saída depende de comprovar que acabaram as causas da inclusão, conforme regras do Procon-SP.

A lista vale para quem mora fora de São Paulo?

A norma é do Procon paulista, mas a consulta é pública. Quem compra de outro estado pode usá-la como mais um sinal de alerta.

Fontes

Redação Guia de Compra Claro. Atualizado em 7 de novembro de 2026. Informações conferidas nas fontes oficiais listadas no texto; se algo mudar, a página é atualizada.

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