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Quem vai trocar de celular em loja: família do Rio relata perda de R$ 11 mil após passar dados

Resposta rápidaA família de um casal de idosos do Rio relata a perda de R$ 11 mil depois da transferência de dados para celulares novos em uma loja oficial da Vivo no Leblon, segundo o Diário do Rio e o Brasil em Folhas. A Vivo diz repudiar atos ilícitos e colaborar com as investigações. Ao trocar de aparelho, não entregue senhas e confira as contas nos dias seguintes.
Neste artigoO que a família relataO que dizem a polícia e a empresaQue cuidados tomar ao trocar de aparelho?Celular bloqueou e o dinheiro sumiu: e agora?Perguntas frequentesFontes

O que a família relata

O caso foi publicado em 6 de novembro de 2026. Um casal de idosos comprou celulares novos em uma loja oficial da Vivo na Rua Ataulfo de Paiva, no Leblon, Zona Sul do Rio.

Segundo o relato, eles passaram cerca de quatro horas na loja enquanto funcionários transferiam os dados dos aparelhos antigos. Depois, os celulares foram bloqueados, e o casal descobriu a retirada de R$ 11 mil das contas bancárias.

A denúncia foi feita nas redes sociais por André Barcinski, jornalista e parente do casal, de acordo com o Diário do Rio. A família registrou boletim de ocorrência e afirma não ter recebido da empresa o atendimento esperado no pedido de ressarcimento.

Este site não confirmou o relato de forma independente. Não há, nas reportagens lidas, conclusão sobre como o dinheiro saiu nem sobre quem seria responsável.

O que dizem a polícia e a empresa

A Polícia Civil informou que, em setembro, agentes da 14ª DP (Leblon) prenderam uma funcionária de uma operadora de telefonia. Ela é investigada por suposta participação em um grupo de fraudes bancárias, que teria feito mais de dez vítimas na região do Leblon.

As reportagens não informam ligação entre essa prisão e o caso do casal. Segundo o Diário do Rio, a polícia diz que denúncias semelhantes ajudam a identificar eventuais conexões entre casos. A investigação continua.

Em nota, a Vivo disse repudiar qualquer ato ilícito. Afirmou ter adotado as medidas cabíveis, seguir colaborando com as investigações e já estar em contato com o cliente.

Que cuidados tomar ao trocar de aparelho?

As reportagens não trazem orientação oficial sobre o assunto. Os cuidados abaixo são a nossa leitura do caso, e valem para qualquer loja:

  • Se puder, faça a migração em casa. Celulares costumam oferecer a transferência entre aparelhos pelo próprio assistente de configuração.
  • Se precisar de ajuda, fique junto. Acompanhe cada etapa, com o aparelho à vista.
  • Não passe senhas. Isso inclui a senha do celular, do banco e de e-mail. Se um passo exigir a senha, digite você mesmo e sem a tela virada para outra pessoa.
  • Mude as senhas depois. Se outra pessoa teve o celular desbloqueado nas mãos, troque as senhas dos aplicativos bancários e do e-mail ao chegar em casa.
  • Confira as contas nos dias seguintes. Olhe extrato, limite e aparelhos autorizados no aplicativo do banco.

Celular bloqueou e o dinheiro sumiu: e agora?

Comece pelo que protege o dinheiro:

1. Fale com o banco por outro telefone ou na agência, e peça o bloqueio de acessos e transações. 2. Procure a operadora e peça os registros do atendimento e da linha. 3. Registre boletim de ocorrência, com loja, data, horário e nota fiscal. 4. Peça o ressarcimento por escrito à empresa e guarde o protocolo.

Se a saída foi por Pix, o site explica o que cada meio de pagamento permite contestar. Sem resposta da empresa, veja como reclamar no consumidor.gov.br e no Procon.

Informações conferidas em 7 de novembro de 2026.

Perguntas frequentes

O caso já foi concluído?

Não, segundo as reportagens de 6/11/2026. A investigação segue, e os textos não informam se o dinheiro foi devolvido nem ligam a prisão de setembro a este caso.

Devo evitar a transferência de dados em loja?

Não há orientação oficial nesse sentido nas fontes lidas. Na nossa leitura, se puder, faça a migração você mesmo ou acompanhe cada etapa, sem entregar senhas.

O que fazer se o celular bloquear de repente?

Pense em seu dinheiro primeiro. Na nossa leitura, o melhor é falar com o banco por outro telefone ou na agência, depois com a operadora.

Onde registrar o problema?

Registre boletim de ocorrência, como fez a família, peça ressarcimento à empresa e, sem solução, reclame no consumidor.gov.br ou no Procon.

Fontes

Redação Guia de Compra Claro. Atualizado em 7 de novembro de 2026. Informações conferidas nas fontes oficiais listadas no texto; se algo mudar, a página é atualizada.

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